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BCN apresenta sua experiência com a Provedoria do Cliente em workshop promovido pela ADECO

A ADECO, com o apoio da Anne Fransen Fund, da Consumentenbond, Associação dos Consumidores da Holanda, realizou dois workshops sob o lema “Protecção dos Consumidores de Serviços Financeiros em Cabo Verde” que tiveram lugar nos dias 2 e 5 de Dezembro nas cidades da Praia e do Mindelo, respectivamente.

O BCN foi o único banco comercial presente neste evento e esteve representado pela Dra. Paula Semedo, Responsável do Gabinete de Marketing e Produtos, e Eng. Fernando Rodrigues, Presidente do Conselho de Administração. Através de uma apresentação sobre a experiência do BCN com  o Gabinete de Provedoria do Cliente, mostrou-se o que é a Provedoria do Cliente, quais os seus objectivos, como está regulamentado, quais os resultados obtidos desde a sua criação em 2009 e quais as principais medidas adoptadas mediante os resultados.

O workshop contou ainda, com as presenças do Dr. Carlos Burgo, Governador do Banco de Cabo Verde, da Dra. Eneida Lopes e do Dr. António Silva, ambos da ADECO e da Dra. Solange Lisboa Ramos e Dr. Silvino Fernandes, ambos do Gabinete Jurídico do Banco de Cabo Verde.

A principal finalidade deste evento era analisar o nível de protecção dos consumidores dos serviços financeiros em Cabo Verde, identificar as fragilidades/constrangimentos e propor soluções para a melhoria do sistema na perspectiva do consumidor.

Além das apresentações, foram realizados Grupos de Trabalho sobre a Sensibilização, Informação e Educação do Consumidor dos serviços financeiros e sobre a Legislação e Regulação sobre a Protecção do Consumidor dos serviços financeiros.

 

Confira os detalhes da apresentação do BCN sobre sua experiência com o Gabinete de Provedoria do Cliente aqui!

 

BCN começa internacionalização nos EUA e quer entrar em Portugal em 2012

O Banco Caboverdiano de Negócios (BCN) está a preparar a sua internacionalização, através de uma parceria com o português Banif nos EUA, e pretende começar a atuar em Portugal em 2012, disse o presidente da instituição.

Manuel Chantre, que falava à Lusa em Lisboa à margem de um seminário sobre empreendedorismo, explicou que a internacionalização começa nos Estados Unidos, onde há uma comunidade de 400 a 500 mil cabo-verdianos.

O responsável sublinhou que tradicionalmente os emigrantes cabo-verdianos usavam os serviços financeiros para transferir remessas para as famílias, o que está a mudar.

“As comunidades estão a mudar qualitativamente, estão a passar dessa fase para uma fase de investimento”, afirmou Manuel Chantre, destacando que o objetivo do BCN é responder a essas novas necessidades.

Para explicar como se fará a internacionalização do banco, o responsável afirmou que o Banif, que é parceiro do BCN, já tem presença em países que têm comunidades cabo-verdianas.

“Onde o Banif estiver, utilizamos os serviços do Banif, onde não estiver, criamos os nossos próprios escritórios”, adiantou

No caso dos EUA, o BCN está a usar o escritório do Banif em Fall Rivers, onde já tem funcionários que se ocupam da comunidade cabo-verdiana.

“À medida que a abordagem se vá densificando, iremos criar o nosso próprio escritório”, disse.

O passo seguinte será a entrada no mercado português, onde se estima que haja uma comunidade de 100 mil cabo-verdianos, o que acontecerá “com certeza no próximo ano”.

O BCN, o primeiro banco privado e de capitais exclusivamente privados de Cabo Verde, tem 12% da quota de mercado no país e tem já 21 agências em todas as ilhas.

“Era um pressuposto que queríamos cumprir primeiro: Ter uma presença em todas as ilhas porque todas têm comunidades emigradas”, disse Manuel Chantre.

23-11-2011, 23:35:22
Fonte: Agência Lusa/Expresso das Ilhas

 

Vice-Presidente do BCN visita comunidade caboverdiana nos EUA

O vice-presidente do Banco Cabo-verdiano de Negócios (BCN), Dr. Rocha Moreira, promoveu no passado Sábado, 27 de Agosto, no restaurante “Rosinha”, um encontro com representantes da comunidade crioula radicada nos Estados Unidos.

Nesse encontro, o Dr. Rocha Moreira ressaltou o facto de o BCN ser o único banco cabo-verdiano com representação nos EUA através da parceria com o escritório do Banif Açores, em Fall River, MA, e adiantou ainda que a instituição que representa, está a estudar o mercado e se tudo correr como prevêem, pensam a curto prazo, abrir estruturas nas cidades onde estão concentradas as comunidades cabo-verdianas.

O Vice-Presidente recorda que o Banif Açores tem um historial de quase 30 anos com a comunidade açoreana emigrada nos EUA e explicou que só agora surgem neste mercado porque nos últimos dois anos estiveram concentrados na montagem de 20 agências a nível global, que encontram-se hoje capacitadas para cobrir os interesses de clientes de diferentes origens, incluindo os cabo-verdianos.

Lembrou que o Banif tem cerca de um milhão e duzentos mil clientes, três agências nos EUA, em Massachusetts (Fall River), Califórnia e New Jersey e uma equipa de trabalho inserida na comunidade e que quer levar essa experiência aos cabo-verdianos com base na relação com o cliente, que considera ser o centro do sucesso. O Dr. Rocha Moreira garante que os seus serviços são seguros, com taxas competitivas, sobretudo se as poupanças forem domiciliadas no BCN.

No encontro se tratou, entre outros assuntos, sobre a legalidade de transferência internacional de dinheiro e foi coordenado por Minda Albergaria, gerente do escritório do Banif Açores, em Fall River.

Nos dois dias da visita aos EUA, Rocha Moreira participou do lançamento de um livro, em Fall River, manteve encontros com o Cônsul-Geral de Cabo Verde em Boston, Pedro Carvalho, e com o grupo de meios de comunicação social e líderes comunitários.

Fonte: Visão News